Joanildes Rozeng Beltrame, 60 anos

“Em 1993, eu tive que fazer exames do coração para trabalhar no hospital regional em Joinville e o cardiologista sentiu que havia algo nas batidas cardíacas, então, resolveu fazer um ecocardiograma. O diagnóstico foi um prolapso de válvula mitral genético e, segundo o meu cardiologista eu não iria morrer disso. A vida seguiu normalmente, trabalhava em dois hospitais, cuidava da casa, marido e filho. Às vezes, sentia o coração se agitar quando me estressava muito. Ele batia descompassado, ora rápido demais, ora parecia parar de bater. Fiz exames, os médicos diziam que era normal e passei anos sem ir ao cardiologista. Em 2008, fui ao angiologista por causa de uma pequena sensação de dor na perna esquerda. Eu estava com um pequeno sopro no coração. Em 2010, aconteceu a mesma coisa. Porém desta vez, o médico constatou que era um grande sopro e me encaminhou ao cardiologista. Depois de vários médicos e muitos exames fui indicada ao Dr. Robinson Poffo e sua equipe para fazer a cirurgia com o robô. Isso me deixou tranquila e confiante, pois havia ouvido maravilhas dele. Muita gente me pergunta sobre quem fez a cirurgia. Eu falo com muito carinho e entusiasmo que foi o melhor médico que eu conheço: o Dr. Robinson Poffo.”