Max Fabiano Joaquim, 43 anos

“Eu andava me sentindo meio cansado e quando dormia meu coração batia todo errado. Então, fui fazer alguns exames e descobri que estava com arritmia e também com  prolapso. O diagnóstico foi prolapso na válvula mitral. Quando soube o que era e que um dia teria que fazer uma cirurgia, fiquei abalado. Mudei hábitos alimentares e comecei a tomar remédios para arritmia. Também passei a fazer exames semestrais, logo passou para anual. Tudo isto desde 2003. Em maio do ano passado fui fazer minha consulta de rotina e tive a notícia que não queria escutar. Meu cardiologista olhou os exames e viu que havia chegado à hora, pois meu coração estava começando a aumentar o tamanho. Para mim foi um choque. Ele pediu que consultasse um cirurgião para ter certeza dos exames. A resposta foi a mesma, tinha de três a cinco meses para fazer a cirurgia. Entrei em pânico. Foram cinco meses de angústia e nervosismo, pois não sabia o que iria acontecer comigo. Dr. Poffo sugeriu que eu fizesse a cirurgia robótica em São Paulo. No início relutei um pouco, mas depois aceitei a ideia e fomos. No dia 2 de outubro embarquei para São Paulo com minha esposa, dia 4 fui operado pelo Dr. Poffo e sua equipe e correu tudo bem. A cirurgia foi tão boa que não foi preciso colocar a prótese, Dr. Poffo conseguiu fazer uma valvoplastia que recuperou minha válvula natural. Um sucesso! Graças a este conceituado médico, sua equipe e o Da Vinci. E claro a todo trabalho realizado pelo pessoal do Hospital, antes e depois da cirurgia. Dr. Jean Escobar é o cardiologista que me acompanha desde a descoberta do problema. não tenho mais doença, após a cirurgia que corrigiu o problema na válvula estou muito bem, não tomo medicamento nem para arritmia. Me sinto muito bem! Estou mais tranquilo, não penso mais na cirurgia. Quando penso é com orgulho de estar curado e por saber que fui um dos pioneiros neste tipo de cirurgia no Brasil”.